Com objetivo de promover, proteger,
defender e valorizar a vida humana, em todas as circunstâncias, desde a
sua concepção, até a morte natural, a Conferência Nacional dos Bispos do
Brasil (CNBB) instituiu, na 43ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil,
em 2005, a primeira semana de outubro como Semana Nacional da Vida,
sendo o dia 8, como Dia do Nascituro.
Originária do latim a palavra
‘nascituro’ significa: aquele que há de nascer; que foi gerado e ainda
não nasceu. Em outras palavras, nascituro é o ser já concebido, mas que
ainda vive no ventre materno.
“O nascituro é aquela pessoa que ainda
não veio à luz, mas já está vivendo no ventre materno e que merece todo
carinho para que seja acolhido no momento de nascer, e acolhido pelo
resto da vida. Para que possa ter uma família que o ama, e ter pessoas
que cuidam dele ajudando a alcançar a maturidade”, esclarece o bispo de
Camaçari (BA) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a
família da CNBB, dom João Carlos Petrini.
A data celebra a Anunciação, ou seja, a
notícia levada pelo Arcanjo Gabriel à Maria, de que Deus a havia
escolhido para ser mãe do Jesus Cristo. Com isso, a Igreja do Brasil
instituiu um dia para ser comemorado e para rezar por todos os
nascituros, já que além dos riscos naturais a que estão expostos, ainda
existem várias correntes sociais pró-aborto.
Dom Petrini fala sobre a criação humana:
“O ser humano que é gerado no ventre de uma mulher, com a participação
de um homem, não é fabricado por aquele homem e aquela mulher, não é um
produto que eles produzem, é sempre uma criatura de Deus. O homem e a
mulher são apenas instrumentos de uma vontade criadora infinitamente
maior, a vontade de Deus, que nos quer, e quer a nossa vida”, explica.
De acordo com dom Petrini, tudo que é
originário de Deus, tem que ser respeitado, com toda “veneração”. “Cada
ser humano é um filho de Deus, cada ser humano é relação com o Mistério
Infinito Eterno e Criador, e como tal, merece todo acolhimento, como
algo sagrado”.
Por fim, o presidente faz um chamamento a
todos os cristãos: “Nós também podemos fazer a nossa parte, temos que
ser verdadeiros promotores da existência humana”, disse.
E nós, Josefinas, somos por excelência e Carisma defensoras e protetoras da vida perseguida e ameaçada, principalmente na pele das crianças.