O amor não é algo que possamos produzir, provocar ou
instituir. Acontece para além de nós, antes de nós, sem nosso concurso e mesmo
apesar de nós. E tudo transforma: nossa maneira de ver o mundo, de perceber as
coisas e as pessoas, de conhecer. De qualquer ângulo a partir do qual olhamos
uma coisa ou um evento ou uma pessoa, estamos sempre no centro. Tudo é visto e
percebido sob o meu ponto de vista.
No entanto, quando o amor acontece em nossa vida, o "eu” não está mais no centro. O centro é o outro, o bem amado ou bem amada. E o centro nunca mais serei eu, mas sempre ele, ou ela. Na verdade, o amor faz com que de repente nos percebamos no lugar de outro, sentindo com e por ele ou ela. É uma experiência que nos faz sentir-nos habitados por uma presença, como dizia Santo Agostinho, "mais íntima a mim do que eu mesmo”.
Texto de Maria Clara Lucchetti Bingemer
No entanto, quando o amor acontece em nossa vida, o "eu” não está mais no centro. O centro é o outro, o bem amado ou bem amada. E o centro nunca mais serei eu, mas sempre ele, ou ela. Na verdade, o amor faz com que de repente nos percebamos no lugar de outro, sentindo com e por ele ou ela. É uma experiência que nos faz sentir-nos habitados por uma presença, como dizia Santo Agostinho, "mais íntima a mim do que eu mesmo”.
Texto de Maria Clara Lucchetti Bingemer
Teóloga, professora e decana do Centro de Teologia e Ciências Humanas da PUC-Rio
Para ler matéria completa acesse: http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?idioma=PT&cod=67731

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