quarta-feira, 4 de janeiro de 2023

O dia em que passei Martissant

 


Não tenho registro fotográfico, nem pode ter. É um lugar sinistro, "fantasma", casas abandonadas, lixo por todo canto, lama... não se vê um vivente, apenas alguns da facção cobrando pedágio dos carros que passam para o interior, região sul.

Aí é sempre perigoso, não se pode facilitar. Mas nestas festas de fim de ano, eles deram uma trégua, um momento de paz e eu aproveitei, arrisquei e fui passar o Natal em Fontamara, com meu amigo, o haitiano Pe. Fresnel Bellune, amigo e companheiro de Missão desde os tempos do Acre. 


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