sábado, 31 de março de 2012

Carisma Clarificado


Foi linda e emocionante a celebração da descoberta do Tesouro, o Carisma Clarificado. 

Eis na íntegra a Expressão do Carisma Fundacional:
"A Josefina é pessoa envolvida pelo mistério do Amor, grata e apaixonada pela vida, integrada na totalidade imanente e transcendente do seu ser, sinal da ternura de Deus.

Escolhida e Consagrada ao Primado do Absoluto de Deus, com o coração indiviso , assume com rdicalidade o seguimento de Jesus Cristo, vivendo na força do amor-comunhão a alegria da caridade que humaniza e qualifica as relações fraternas.

Identificada com o coração de fogo do Fundador, Monsenhor Luis de Carvalho Rocha, aberto à fonte divina da INSPIRAÇÃO CARISMÁTICA, compromete-se com a defesa da criança perseguida, carisma específico de sua vocação.

Conduzida pelo Espírito do Senhor, encarna a espiritualidade cristcêntrico-josefina, colaborando na missão do sacerdote, numa mística eucarístico-martirial. Solidária com a dores do mundo, engaja-se na luta em defesa da vida, sem medo de sentir o "gosto esquisito do sangue dos mártires" que corre em suas veias.

Tem em Maria, Rainha dos Mártires, mulher que assume o sofrimento humano, o referencial do martírio cotidiano, inspirado na vida oculta, simples e humilde da Família de Nazaré.

Como filha da Igreja, determinada "a fazer Deus conhecido e amado" avança na missão sem fronteiras "disposta a atender as exigências dos novos tempos", tomada de "paixão por Cristo e pela humanidade".

sábado, 24 de março de 2012

Igreja do Brasil celebra 3o. Congresso Missionário Nacional

 A Igreja do Brasil se prepara para o 3º Congresso Missionário Nacional - 3º CMN, que reunirá entre os dias 12 e 15 de julho em Palmas, TO, cerca de 600 pessoas de todas as regiões do país. O Congresso terá como tema "Discipulado missionário: do Brasil para um mundo secularizado e pluricultural à luz do Vaticano II".


A organização do Congresso Americano Missionário (CAM4) e do Congresso Missionário Latino Americano 9 (Comla9) divulga que continuam abertas as inscrições para a escolha do Hino dos dois eventos que acontecerão em Maracaibo, Venezuela, em 2013. 

Dom Moacyr Grechi recebe prêmio em Porto Velho



O arcebispo emérito de Porto Velho (RO), dom Moacyr Grechi, foi premiado por seu trabalho na defesa dos direitos humanos e na promoção da cidadania e luta pelo ecumenismo. A homenagem foi atribuída pela Seccional Rondônia da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Segundo o portal Ariquemes Online, dom Moacyr declarou que considera a homenagem como prestada à Igreja Católica: "Às vezes quem aparece é o bispo, mas quem trabalhou nem sempre foi ele", disse, numa referência ao trabalho voluntário de colaboradores da Igreja.Dom Moacyr, que está completando 40 anos de missão como bispo, foi saudado pelo secretário geral da OAB Nacional, advogado Marcus Vinícius Furtado Coelho, que em sua fala, lembrou as importantes parcerias celebradas entre a entidade nacional dos advogados e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

  
Marcus Vinícius enumerou projetos como a Lei da Ficha Limpa, entre outros mais recentes, e a luta pela redemocratização do país nos anos 70 e 80 e exaltou a opção preferencial do religioso pelos pobres.

"Defensor dos direitos humanos, pregador incansável da emancipação dos mais necessitados, opositor firme da ganância e da prepotência, bondoso e tolerante, dom Moacyr é um dos religiosos mais admirados do país, mercê de sua vida fértil de realizações", disse Marcus Vinícius.

O representante da OAB nacional lembrou ainda que dom Moacyr Grechi criou a Comissão Justiça e Paz e fortaleceu os Centros Sociais da arquidiocese onde trabalhou e sua contribuição para a cultura ampliando o alcance da rádio Caiari. "Sua pregação em favor dos mais humildes lhe rendeu ameaças de morte em algumas oportunidades, o que não lhe abateu ou lhe afastou da luta em busca da construção de dias melhores para todos", observou Marcus, acrescentando que tal qual os fundamentos da República de diminuição das desigualdades sociais e regionais, em vista da construção de uma sociedade justa, fraterna e solidária, afirmando o postulado da dignidade da pessoa humana.





Dom Moacyr compareceu ao plenário da OAB acompanhado pelo arcebispo de Porto Velho, dom Esmeraldo Barreto de Farias, pelo vigário judicial da arquidiocese, padre Eduardo Fabiano, pelo assessor Regional, padre Luis Ceppi, e pelo reitor da Universidade Católica de Rondônia, Fabio Hecktheuer.
Fonte: www.cnbb.org.br

segunda-feira, 19 de março de 2012

Dia de São José - Esposo da Virgem Maria e Padroeiro da Igreja Universal


José, que significa “Deus acrescenta”, é um nome bastante comum em Israel. Diversos personagens importantes da história bíblica tem esse nome. O mais importante no antigo testamento, é o filho de Jacó com Raquel; no novo Testamento, é o marido de Maria, mãe de Jesus.
Seu pai, segundo Mateus, se chama Jacó; segundo Lucas, Eli. Sendo marido de Maria, aos olhos de seus compatriotas, é também o pai de Jesus. Era descendente de Davi.
O fato de não querer repudiar publicamente Maria, quando esta engravidou sem sua participação, pois ainda eram noivos – uma adúltera devia ser apedrejada – demonstra que ele era um homem justo.



A literatura apócrifa o apresenta como um homem maduro e mesmo viúvo quando se casou com Maria. Os evangelhos porém, não trazem nenhuma informação sobre a sua idade e seu estado civil anterior.
Provavelmente esta tradição surgiu na tentativa de explicar porque José desaparece de cena e nunca é mencionado nas narrativas da vida pública de Jesus. Ele teria morrido enquanto Jesus ainda vivia com eles em Nazaré, razão pela qual é venerado como patrono da boa morte.
Muitas casas religiosas e obras eclesiais são dedicadas a ele, protetor de Jesus, chefe da Sagrada Família e bom administrador dos seus parcos bens, advindos de sua humilde profissão de carpinteiro ou marceneiro. Pio XII o fez patrono e modelo dos trabalhadores e João XXIII o declarou patrono da Igreja Universal.

Visite o nosso site e conheça o Instituto Josefino: www.institutojosefino.org.br

São José - Patrono do Instituto Josefino!


Hoje a Igreja celebra a solenidade de São José. E para nós, Josefinas, é um dia de grande significado, pois é ele o nosso Pai, Protetor e Amigo zeloso. É celebrado com muita espiritualidade, festa e alegria.
"S. José, homem de grande fé, tinha um amor todo sobrenatural ao Menino Deus, pois nele reconhecia o Filho do Eterno, o Verbo Divino que se tinha feito Homem para salvar os homens. Por Ele daria a vida, pois O adorava como o Ser Supremo, que de fato era. Amava-O sobre todas as coisas." 
(Meditação de D. Antônio de Almeida Lustosa Co-Fundador do Instituto Josefino).

 
 São José deve servir de modelo para todos nós. O Evangelho de hoje nos mostra muitos pontos da sua pessoa que devem inspirar-nos na vivência da fé e do compromisso com Deus e com a obra da Igreja. José pertence à descendência de Davi, faz parte dos planos de Deus para a salvação do mundo, como nós também fazemos parte dos planos de Deus para a nossa salvação e das demais pessoas. José é definido como justo, que na tradição bíblica corresponde à santidade, e nós devemos aspirar à santidade. Na dúvida, José não fica preso nos seus planos, mas descobre e realiza a vontade de Deus. Da mesma forma, nós devemos muitas vezes fazer um ato de humildade e procurar realizar a vontade de Deus, e não a nossa.

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sábado, 10 de março de 2012

Mulheres, eternas matemáticas!


O fato histórico nos diz da resistência e martírio de um grupo de trabalhadoras norte americanas, nasceu o dia internacional da mulher. Encontramos pessoas que defendem e argumentam que todo dia é o dia da mulher... ora, isso não deixa de ser uma verdade, mas permitam hoje celebrar e comemorar o Dia Internacional da Mulher.
Canções, homenagens, placas, festas,  manifestações e protestos vão marcar este dia.
Do muito do que já foi escrito, o que ainda posso dizer? Valha-me Deus! 

Já sei! Vou compartilhar com você,  como as mulheres são eternas matemáticas e  criar uma “metáfora” de uma grande caravana, tal qual a “Marcha das Margaridas”. Esta caravana vai ter seu ponto de encontro a Praça da Sé em São Paulo, rumo a Aparecida.
Portanto, imaginemos elas todas a caminho... das cinco grandes regiões do nosso país...
Caminhar...Caminhar... isso não é novidade para estas mulheres... elas caminham para o trabalho, caminham dentro de casa, caminham para comunidade... não é por acaso que a palavra “caminhada” tornou-se uma palavra da eclesiologia latino-americana.
Neste caminhar o que levam em comum?
Levam consigo a arte de SOMAR. Aprenderam a somar os recursos que têm, somar os conhecimentos,  mas sobretudo somar forças! Sabem que isoladas tornam-se fracas!
Tornaram-se também espertas na arte de subtrair... ou seja, diminuir as distâncias articulando a luta comum, diminuir a violência contra mulher na aplicação da lei Maria da Penha, diminuir a tristeza, diminuir o tempo no trabalho, para ter tempo para si e para família...
Ah! Mas estas mulheres são inteligentes quando se trata de multiplicar... elas multiplicam as amizades, elas multiplicam os alimentos, inventam uma comida aqui, com um recheio lá... às vezes até dizem: “é pra render”... multiplicam conhecimentos, multiplicam sonhos e desejos!
Ah! Mas nesta matemática da vida como esquecer que elas nos ensinam por excelência a arte de dividir: dividem o pouco que tem... e ainda fazem cantando: “o pouco com Deus é muito, o muito sem Deus é nada, o pouco que repartimos é fartura abençoada”... dividem seus problemas em comum na reunião da comunidade ou do grupo de mulheres, dividem seu tempo entre família, trabalho e comunidade...

E nesta grande caravana, lá vem elas, carregam características físicas próprias: seios que amamentam, quadris diferenciados, leveza no caminhar... e são maioria no país...quase 4 milhões a mais do que os homens... elas vem alegres, sorridentes, firmes... elas vem “caminhando e cantando e seguindo a canção”.
Desta forma “imaginária” mas real, gostaria de comemorar o Dia Internacional da Mulher, nesta grande  caminhada  ou caravana...

Elas partem do Rio Grande do Sul, juntam-se às mulheres de Santa Catarina, mais para frente juntam-se ao grupo do Paraná... formam a caravana das mulheres do sul: rostos diferenciados, marca da imigração, sotaques e histórias de quem aprendeu a lutar e resistir... o chimarrão vai passando de mão em mão e chegam à Praça da Sé em São Paulo...
Mas eis que vem do Sudeste a marcha das mulheres – saíram do Espírito Santo, passaram pelas Minas Gerais, dirigiram-se ao Rio de Janeiro e juntaram-se ao grupo de São Paulo... foi uma festa só! Tinha Congada, escola de samba, cafezinho para acolher e rosto migrante no olhar de cada mulher!

Mas do cerrado e dos pantanais veio uma caravana tão linda – traços bem definidos que quem convive nas nascentes das águas. Trazem o rosto da mulher indígena... são elas, mulheres do Centro-oeste que chegam  até a Praça da Sé em São Paulo...
Com muita festa e colorido... na dança do tambor de crioula, do bumba-meu-boi, frevos e afoxés... chegaram as mulheres que herdaram de Maria Bonita a resistência... São as mulheres do Nordeste. Presentes os nove estados. Entraram na Praça da Sé cantando assim: “Viva, viva, a mulher desta nação/ Que vai gerando no ventre/A nova semente da libertação!/E vem trazendo no sangue/A semente nova da revolução!/Sertaneja, manhã cedo,/ vai ela sem medo, já vai trabalhar./Trabalho duro, suado, sempre conquistado a duro penar./Sai de casa, come nada,/e sem deixar nada pros filhos comer./Volta trazendo um pouquinho,/o ganho mesquinho não dá pra viver”.

Por fim, juntou-se a esta grande coluna, as mulheres do Norte. Cheiro da floresta e dos rios! Mulheres energizadas pela mãe natureza. Mulheres que gritam em defesa da Amazônia... todas elas entraram com camisetas e a foto da Irmã Dorothy... e foram muito aplaudidas...

Depois de todas juntas... abriram as mãos e mostraram o quanto traziam... Naquele momento não importava mais que onde cada uma era – mas percebia-se quanta coisa em comum... ali valeu de novo foi a matemática... dividiu-se abraços e carinhos... mas também perceberam como é necessário multiplicar as informações, diminuir as “mãos calejadas e as cicatrizes da violência”...
E pegaram a estrada, tomaram a via Dutra e foram terminar esta marcha em Aparecida, diante de um grande símbolo nacional... Como no dia a dia de tantas mulheres, assim foi aquela caminhada: pés doloridos, suor, cansaço, cantos, partilha e  gritos de guerra!


Alguém com voz firme
 puxou o canto:

“Que venha essa nova mulher de dentro de mim,
Com olhos felinos felizes e mãos de cetim
E venha sem medo das sombras, que rondam o meu coração,
E ponha nos sonhos dos homens
A sede voraz, da paixão
Que venha de dentro de mim, ou de onde vier,
Com toda malícia e segredos que eu não souber
Que tenha o cio das onças e lute com todas as forças,
Conquiste o direito de ser uma nova mulher”

Continuaram a caminhar... um grupo de mulheres de uma das cidades por onde passava a marcha esperava com água, abraços e doces... sinal da sensibilidade e ternura da mulher.

Mais à frente alguém “provocou” o grupo. Foi um protesto com faixas que diziam: “vai pra cozinha, lugar de mulher é na cama e mesa... coisas deste tipo.
Todas num só coro seguiram seu caminho e  responderam apenas com um canto:
“Sexo frágil
Não foge à luta
E nem só de cama
Vive a mulher...
Por isso não provoque
É Cor de Rosa Choque”

Enfim, chegaram todas na esplanada do santuário – quem estava ali: a mulher brasileira! Por isso com o samba na ponta do pé cantaram:
“Agora chegou a vez, vou cantar/Mulher brasileira em primeiro lugar
Agora chegou a vez, vou cantar/Mulher brasileira em primeiro lugar
Norte a sul do meu Brasil/Caminha sambando quem não viu/Mulher de verdade, sim, senhor
Mulher brasileira é feita de amor”

E na esplanada com presença de tantas mulheres, eis que estava ali – tão pequenina...no meio daquela grande multidão... quase que não se via a imagem... pequena, negra, coberta de adornos que expressam nossa ternura... era a Mãe Aparecida, a Senhora Negra! Maria de Nazaré... igual a tantas Marias... Das Minas Gerais alguém puxou o canto: “Senhora Negra, iá querida, soberana quilombola, mãe de Deus Aparecida” e formou-se um só coro!

Neste caminhar estava também a vida religiosa feminina. Mas elas não formaram uma “ala a parte” – estavam também como “mulheres” neste grande caminhar! Era bonito de ver: algumas com os hábitos próprios de cada congregação outras vestidas com roupas comuns...mas estavam presentes! Na diversidade dos slogans e faixas estava a CRB: “Mulheres consagradas – de olhos fixos em Jesus”!

O ofertório foi lindo – passando por cada região quantas coisas foram partilhadas: da economia solidária à medicina alternativa, do grito conta o tráfico de seres humanos ao extermínio da juventude... Da Pastoral da Criança ou Clube de Mães... foi uma grande aula de matemática – de quem aprendeu na vida a somar, diminuir, dividir e multiplicar...

Uma mulher com traços bem simples chegou bem perto da imagem de Nossa Senhora Aparecida e  cantou: “Me disseram porém, que eu viesse aqui, pra pedir em romaria prece, paz nos desaventos, como eu não sei rezar, só queria mostrar meu olhar, meu olhar, meu olhar”...

E fez-se um grande silêncio... antes porém do retorno, alguém chegou bem perto da imagem de Nossa Senhora Aparecida, tomou a Palavra de Deus, abriu no evangelho de São João 2,1-11 e proclamou bem alto:

“Três dias depois houve um casamento em Canaã da  Galiléia.  A mãe de Jesus estava presente.
Também Jesus e seus discípulos tinham sido convidados para o casamento.
Como o vinho veio a faltar, a mãe de Jesus lhe disse: "Eles não têm mais vinho".
Jesus respondeu-lhe: "Mulher, por que dizes isto a mim? Minha hora ainda não chegou".
Sua mãe disse aos que estavam servindo: "Fazei o que ele vos disser".

E todas voltaram repetindo silenciosamente estas palavras: “Fazei tudo o que ele disser” , “Fazei tudo o que ele disser”, “Fazei tudo o que ele disser” “Fazei tudo o que ele disser”!

Parabéns mulher brasileira pelo seu dia! Como homem hoje também canto assim:

“Ser um homem feminino
Não fere o meu lado masculino
Se Deus é menina e menino
Sou Masculino e Feminino...

Edegard Silva Júnior, ms 
Presidente da Conferência dos Religiosos do Brasil Regional Salvador (Bahia/Sergipe)


quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia Internacional da Mulher


Maria, minha irmã
Venho nesta manhã contigo bendizer
A vida que renasce, o sonho que permanece
A luta, a utopia que não se deixa morrer
Quero também eu inclinar-me
Quero também ter coragem de abaixar
Perceber que é possível o túmulo olhar
assim então em ti Senhor abandonar-me
 
Quero correr os campos
Atravessar as montanhas,
Banhar-me em teus rios
Enxugar meu pranto
Escutar meu nome pronunciado
 
Vem comigo então Maria
Vem e ensina-me
Mostra-me tua coragem
Pois desejo também eu amar como tu amas
Desejo também percorrer as vinhas
Saltar as janelas para encontrar-me com o Amado
 
Desejo escutá-lo...
Ouvir a voz do jardineiro: do Deus cuidador
Àquele que toca minhas raízes
E aprofunda meu ser em tuas terras
Meu Deus, Meu Amado, Meu Redentor
 
Eis que estou aqui minha companheira
Minha querida Madalena
Também quero escutá-lo a pronunciar meu nome
E assim reconhecê-lo
 
E assim voltar-me-ei aos campos
A bendizer e proclamar
Que também eu vi o Senhor
Também eu senti teu amor
 
Fernanda Priscila é integrante do projeto Força Feminina e acompanha profissionais do sexo em Salvador/BA. É autora do livro Estações do Crer.)

A todas as Mulheres:
negras...
indígenas...
brancas...loiras ou morenas...
pobre, rica...
mulher-mãe,
mulher-esposa
mulher-filha
mulher-consagrada
mulher....
simplesmente por seres mulher dedico-te este belíssimo poema. 
A todas vocês, o meu abraço:

Mulheres Consagradas: Felizes e realizadas
Jovens Mulheres em busca do Ideal Josefino!